terça-feira, 31 de outubro de 2017

Carta do Papa em vista do mês missionário extraordinário - 2019



Carta do Papa em vista do mês missionário extraordinário - 2019

Ao Venerado Irmão
Cardeal Fernando Filoni

Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos

No dia 30 de novembro de 2019, ocorrerá o centenário da promulgação da Carta Apostólica Maximum illud, com a qual Bento XV quis dar novo impulso à responsabilidade missionária de anunciar o Evangelho. Estávamos no ano de 1919! Terminado um conflito mundial terrível, que ele mesmo definiu por «massacre inútil», o Papa sentiu necessidade de requalificar evangelicamente a missão no mundo, purificando-a de qualquer incrustação colonial e preservando-a daquelas ambições nacionalistas e expansionistas que causaram tantos revés. «A Igreja de Deus é universal – escrevia –, nenhum povo lhe é estranho», exortando ele também a rejeitar qualquer forma de interesses, já que só o anúncio e a caridade do Senhor Jesus, difundidos com a santidade da vida e as boas obras, constituem o motivo da missão. Assim Bento XV deu um particular impulso à missio ad gentes, esforçando-se, com os meios concetuais e comunicativos de então, por despertar, especialmente no clero, a consciência do dever missionário.

Este dá resposta ao perene convite de Jesus: «Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda criatura» (Mc 16, 15). Aderir a este mandato do Senhor não é opcional para a Igreja; é uma «obrigação» que lhe incumbe, como recordou o Concílio Vaticano II, pois a Igreja «é, por sua natureza, missionária». «Evangelizar constitui, de facto, a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar. A fim de corresponder a tal identidade e proclamar Jesus crucificado e ressuscitado por todos, como Salvador vivente, Misericórdia que salva, «a Igreja, movida pelo Espírito Santo, deve – afirma também o Concílio – seguir o mesmo caminho de Cristo: o caminho da pobreza, da obediência, do serviço e da imolação própria até à morte», de modo que comunique realmente o Senhor, «modelo da humanidade renovada e imbuída de fraterno amor, sinceridade e espírito de paz, à qual todos aspiram».

Aquilo que há quase cem anos Bento XV tinha a peito e que o documento conciliar nos está a recordar há mais de cinquenta anos, permanece plenamente atual. Hoje, como então, «enviada por Cristo a manifestar e a comunicar a todos os homens e povos a caridade de Deus, a Igreja reconhece que tem de levar a cabo uma ingente obra missionária». A propósito, São João Paulo II observou que «a missão de Cristo redentor, confiada à Igreja, está ainda bem longe do seu pleno cumprimento» e que «uma visão de conjunto da humanidade mostra que tal missão está ainda no começo, e que devemos empenhar-nos com todas as forças no seu serviço». Por isso ele, com palavras que eu gostaria agora de repropor a todos, exortou a Igreja a um «renovado empenhamento missionário», convicto de que «a missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece! A nova evangelização dos povos cristãos também encontrará inspiração e apoio, no empenho pela missão universal».
 Ao recolher na Exortação Apostólica Evangelii gaudium os frutos da XIII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, convocada para refletir sobre a nova evangelização para a transmissão da fé cristã, quis apresentar de novo a toda a Igreja a mesma impelente vocação: «João Paulo II convidou-nos a reconhecer que “não se pode perder a tensão para o anúncio” àqueles que estão longe de Cristo, “porque esta é a tarefa primária da Igreja”. A atividade missionária “ainda hoje representa o máximo desafio para a Igreja” e “a causa missionária deve ser (…) a primeira de todas as causas”. Que sucederia se tomássemos realmente a sério estas palavras? Simplesmente reconheceríamos que a acção missionária é o paradigma de toda a obra da Igreja». 

E tudo aquilo que pretendia expressar continua ainda a parecer-me inadiável: «possui um significado programático e tem consequências importantes. Espero que todas as comunidades se esforcem por atuar os meios necessários para avançar no caminho duma conversão pastoral e missionária, que não pode deixar as coisas como estão. Neste momento, não nos serve uma “simples administração”. Constituamo-nos em “estado permanente de missão”, em todas as regiões da terra». Com confiança em Deus e muita coragem, não temamos empreender «uma opção missionária capaz de transformar tudo, para que os costumes, os estilos, os horários, a linguagem e toda a estrutura eclesial se tornem um canal proporcionado mais à evangelização do mundo atual que à auto-preservação. A reforma das estruturas, que a conversão pastoral exige, só se pode entender neste sentido: fazer com que todas elas se tornem mais missionárias, que a pastoral ordinária em todas as suas instâncias seja mais comunicativa e aberta, que coloque os agentes pastorais em atitude constante de “saída” e, assim, favoreça a resposta positiva de todos aqueles a quem Jesus oferece a sua amizade. Como dizia João Paulo II aos Bispos da Oceânia, “toda a renovação na Igreja há de ter como alvo a missão, para não cair vítima duma espécie de introversão eclesial”».

Com espírito profético e ousadia evangélica, a Carta Apostólica Maximum illud exortara a sair das fronteiras das nações, para testemunhar a vontade salvífica de Deus através da missão universal da Igreja. A aproximação do seu centenário sirva de estímulo para superar a tentação frequente que se esconde por detrás de cada introversão eclesial, de todo o fechamento autorreferencial nas próprias fronteiras seguras, de qualquer forma de pessimismo pastoral, de toda a estéril nostalgia do passado, para, em vez disso, nos abrirmos à jubilosa novidade do Evangelho. Também nestes nossos dias, dilacerados pelas tragédias da guerra e insidiados pela funesta vontade de acentuar as diferenças e fomentar os conflitos, seja levada a todos, com renovado ardor, e infunda confiança e esperança a Boa Nova de que, em Jesus, o perdão vence o pecado, a vida derrota a morte e o medo e triunfa sobre a angústia.

Com estes sentimentos, acolhendo a proposta da Congregação para a Evangelização dos Povos, proclamo outubro de 2019 como Mês Missionário Extraordinário, com o objetivo de despertar em medida maior a consciência da missio ad gentes e retomar com novo impulso a transformação missionária da vida e da pastoral. Poder-nos-emos preparar convenientemente para ele já através do mês missionário de outubro do próximo ano, de modo que todos os fiéis tenham verdadeiramente a peito o anúncio do Evangelho e a transformação das suas comunidades em realidades missionárias e evangelizadoras; e aumente o amor pela missão, que «é uma paixão por Jesus e, simultaneamente, uma paixão pelo seu povo».
  A ti, venerado Irmão, ao Dicastério a que presides e às Obras Missionárias Pontifícias, confio a tarefa de pôr em marcha a preparação deste acontecimento, especialmente através duma ampla sensibilização das Igrejas Particulares, dos Institutos de Vida Consagrada e das Sociedades de Vida Apostólica, bem como das associações, movimentos, comunidades e outras realidades eclesiais. Que o Mês Missionário Extraordinário se torne uma ocasião de graça intensa e fecunda para promover iniciativas e intensificar de modo particular a oração – alma de toda a missão –, o anúncio do Evangelho, a reflexão bíblica e teológica sobre a missão, as obras de caridade cristã e as ações concretas de colaboração e solidariedade entre as Igrejas, de modo que se desperte e jamais nos seja roubado o entusiasmo missionário.

Do Vaticano, no dia 22 de outubro – XXIX Domingo do Tempo Ordinário, Memória de São João Paulo II, Dia Mundial das Missões – do ano de 2017.


FRANCISCUS

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

X CONGRESSO AIIC (26 a 28 Outubro 2017) - Almada


A meio da ponte rumo ao futuro
Modelos editoriais e empresariais para a imprensa de inspiração cristã

A Associação de Imprensa de Inspiração Cristã (AIC) vai analisar que modelos editoriais e empresariais devem ser assumidos pela imprensa regional. Durante 3 dias, o tema vai estar em análise num Congresso, que inspira o decorrer dos trabalhos na travessia de uma ponte, nomeadamente a que liga as margens do Tejo, junto à foz.
O X Congresso da AIC vai decorrer no Convento dos Capuchos, em Almada, entre os dias 26 e 28 de outubro de 2017, e colhe no imaginário da ponte o itinerário para os debates que propõe aos participantes. Primeiro, para identificar a relevância da imprensa regional, nomeadamente a de inspiração cristã, ao longo da história; depois para avaliar a tensão em curso em muitos títulos, nomeadamente entre o papel e o pixel, o impresso e o digital; indicando, num terceiro momento, que modelo empresarial e editorial deve ser assumido pelos títulos da AIC, no contexto atual.
O Congresso inicia e encerra com duas grandes conferências, a primeira sobre a comunicação como identidade do cristão, discipulomissionário, em todos os tempos; e a última para oferecer sínteses inspiradoras e programáticas para quem tem a missão, nos dias de hoje, de dar relevo e dinamismo aos títulos da Associação de Imprensa de Inspiração Cristã.
O X Congresso da AIC inclui ainda o momento celebrativo dos 25 anos da Associação de Imprensa de Inspiração Cristã, que se assinala este ano, e vai ser divulgado brevemente.



Informações: www.aiic.pt

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

XVIII FÓRUM ECUMÉNICO JOVEM 2016 - Aveiro


Atacar e matar todas as fomes

‘Dai-lhes vós de comer’ (Mt 14,16) foi a ordem de Jesus que se transformou em lema da XVIII edição do Fórum Ecuménico Jovem (FEJ 2016), realizado a 12 de Novembro no Seminário de S. Joana Princesa.

D. António Moiteiro, Bispo de Aveiro, cumpriu bem o seu papel de anfitrião dando as boas vindas e participando neste FEJ. D. Sifredo Teixeira, Presidente do Conselho Português das Igrejas Cristãs, também saudou os cerca de 300 jovens idos de muitos pontos do país.

O aprofundamento do tema coube ao P. João Gonçalves, responsável pela coordenação da pastoral prisional católica e por diversas obras sociais em Aveiro. Chamou a atenção para a tentação de ‘mandar a malta embora’ quando o que se exige é convidar a sentar e repartir o pão, como fez Jesus. É preciso ver a multidão com problemas, senti-los, ter compaixão e tentar resolver. O tema do FEJ surgiu do Ano Europeu contra o Desperdício Alimentar, proposto pela União Europeia.  Por isso, o P. João lembrou números da FAO /ONU que dizem que cada pessoa da Europa desperdiça 132 kgs de comida por ano! Evocou ainda outras fomes como a de escuta, de afectos e de valores. Concluiu que temos que ter olhos no coração e ser a voz e a vez dos sem vez e sem voz.

O tempo de reflexão em grupos (20) permitiu aprofundar o tema e reflectir a partir de questões e de objectos escolhidos pela organização.

Mantendo uma tradição que vem do I FEJ (1999), o almoço foi partilhado, sendo um tempo e  um espaço de  confraternização entre os jovens vindos de várias partes de Portugal e pertencentes a diversas Igrejas.

A tarde deveria ser de saída às ruas de Aveiro para descobrir muros e pontes construídas para unir ou separar as pessoas. Mas a chuva obrigou a alterar planos e os 20 grupos partilharam as reflexões, com o P. João comentar e complementar. Também houve tempo para se escutar a história dos XVII FEJs já realizados, bem como de outras iniciativas promovidas pela Equipa Ecuménica Jovem.

Momento alto foi o da Celebração Final com a participação das três centenas de jovens e de uma quinzena de hierarcas das Igrejas. Simbólica foi a partilha de um grande pão pelos jovens e a colocação, junto ao altar da Capela do Seminário, de numerosos produtos de higiene que os jovens ofereceram às Florinhas do Vouga, uma das Obras Sociais da Diocese de Aveiro.

Na hora da despedida era grande a cumplicidade que já se sentia entre os jovens e a gratidão especial aos departamentos de Aveiro da Pastoral Juvenil das Igrejas Católica e Metodista, anfitriões. As Igrejas organizadoras (Católica, Metodista, Lusitana e Presbiteriana) prometem já a edição do XIX FEJ em Novembro de 2017.




Texto: Tony Neves
Fotos: João Fernandes

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

NÃO PODES IR MAS PODES AJUDAR…



A missão é de Deus na qual somos chamados a cooperar. O Mês Missionário tem a sua origem no Dia Mundial das Missões (penúltimo domingo do mês de outubro). A data foi instituída pelo papa Pio XI em 1926, como um Dia de oração e ofertas em favor da evangelização dos povos.  O objectivo é incentivar, nas Igrejas locais, a cooperação missionária. São apenas alguns os missionários e missionárias que partem. Porém, toda a comunidade tem o dever de participar ativamente na missão universal. Essa cooperação realiza-se de três formas: 1º pela oração, sacrifício e testemunho de vida; 2º por meio da ajuda material aos projetos missionários; 3º colocando-se à disposição para servir na missão ad gentes. As missões precisam de missionários e missionárias. Não podes ir mas podes ajudar! 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

JORNADAS MISSIONÁRIAS 2016



JORNADAS MISSIONÁRIAS 2016 

As Jornadas Missionárias que se realizam nos dia 17 e 18 de Setembro em Fátima, têm como tema: “Missão com histórias de misericórdia”. 

O Papa Francisco diz-nos: “A missão (…) faz parte da “gramática” da fé, é algo de imprescindível para quem se coloca à escuta da voz do Espírito que sussurra “vem” e “vai” (Mensagem para o dia Mundial das Missões 2015). E convida-nos a “Olhar a missão ad gentes como uma grande, imensa obra de misericórdia quer espiritual quer material”, convidando-nos todos a “sair”, como discípulos missionários” (Mensagem para o dia Mundial das Missões 2016).

O missionário impulsionado por esse “sussurro do Espírito” vê a realidade, onde quer que se encontre, desde o coração de Deus. Daí a necessidade de estar sempre atento, desperto, olhando a realidade com olhos novos, porque em qualquer momento pode surgir algo de maravilhoso.
Das múltiplas realidades calcorreadas pelos missionários, da Amazónia ao Sudão, do Japão à República da África Central, da Síria até Portugal, onde a realidade parece toldar o olhar e entristecer o coração; onde tudo parece incerto, ameaçador e, até, misterioso, o missionário com uma sensibilidade diferente, sente no seu coração a certeza da criatividade de Deus que não nos deixa à superfície das coisas mas nos leva até à interioridade de tudo o criado.

O missionário sabe que a fé é um dom que não se pode guardar, nem sequer nos lugares onde manifestá-la o põe em perigo, nomeadamente nos países do Médio-Oriente. Ele só quer que a chama de Jesus ressuscitado ilumine outras pessoas e outras realidades. Ele sabe que a força não está no número, mas no ardor que coloca em viver a Paixão por Jesus e o seu Reino.

É nos Evangelhos que o missionário descobre como agir à maneira de Jesus. Ele vê como Jesus se aproxima das pessoas, caminha com elas, ouve-as, faz-lhes perguntas, ensina-as com paciência, trata-as com ternura, mostra-lhes a sua misericórdia com gestos de amor, libertando-as de todo o mal.
A missão é todo este retrato de Jesus em acção. É o saber caminhar com as pessoas nos seus ambientes próprios e levá-las a descobrir a presença de Jesus Cristo nas suas vidas, enchendo-as de alegria e esperança, capaz de gerar processos de conversão, discipulado, comunhão, solidariedade e, naturalmente, missão em cada situação humana e em cada pessoa.
 
As Jornadas Missionárias são para todos nós a ocasião de escutar, ver e palpar as histórias de misericórdia de homens e mulheres que no encontro, no diálogo e na procura mútua procuram ajudar a Igreja a “sair” de si mesma e dar resposta, desde o Evangelho, a este mundo plural e necessitado de muito amor e misericórdia.

As inscrições online  estão abertas. Contamos convosco!!!
Link para o formulário online: http://www.opf.pt/index.php/jornadas-missionarias-2016/online-jornadas
 
P. António Lopes, SVD
Director Nacional OMP

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Encontro - Formação - Infância Missionária


No dia 23 de Abril de 2016 realizar-se-á um encontro de formação para todos os responsáveis da Infância Missionária das dioceses. Este segundo encontro orientado pelo P. John Mário iniciará os trabalhos, às 09H30, no Seminário do Verbo Divino, em Fátima, abordando três pontos centrais:

1. Metodologia e a pedagogia da Infância Missionária
2. Formação de equipas
3. Envio missionário


sexta-feira, 18 de março de 2016

CHAMADOS A ANUNCIAR A JUSTIÇA E A MISERICÓRDIA !


Páscoa, este tempo de luz, enche as nossas vidas de esperança, de santidade, de alegria.

Somos chamados a comunicar a nossa experiência, o nosso encontro com Jesus Ressuscitado. Assim o fizeram aqueles que descobriram o sepulcro vazio, ou quem o viu em pessoa, ou quem o descobriu ao partir o pão. Foram tantos os que o fizeram ao longo da história. E hoje tantos homens e mulheres nos lugares mais recônditos do nosso planeta continuam a comunicar essa experiência da alegria da Ressurreição. 

Estamos chamados a ser testemunhas. O papa Francisco convida-nos a sentir e viver este chamamento neste ano tão especial: “Um Ano Santo extraordinário para viver, na existência de cada dia, a misericórdia que o Pai, desde sempre, estende sobre nós. Neste Jubileu, deixemo-nos surpreender por Deus. Ele nunca Se cansa de escancarar a porta do seu coração, para repetir que nos ama e deseja partilhar connosco a sua vida. A Igreja sente, fortemente, a urgência de anunciar a misericórdia de Deus. A sua vida é autêntica e credível, quando faz da misericórdia seu convicto anúncio. Sabe que a sua missão primeira, sobretudo numa época como a nossa cheia de grandes esperanças e fortes contradições, é a de introduzir a todos no grande mistério da misericórdia de Deus, contemplando o rosto de Cristo. A Igreja é chamada, em primeiro lugar, a ser verdadeira testemunha da misericórdia, professando-a e vivendo-a como o centro da Revelação de Jesus Cristo. Do coração da Trindade, do íntimo mais profundo do mistério de Deus, brota e flui incessantemente a grande torrente da misericórdia. Esta fonte nunca poderá esgotar-se, por maior que seja o número daqueles que dela se abeirem. Sempre que alguém tiver necessidade poderá aceder a ela, porque a misericórdia de Deus não tem fim. Quanto insondável é a profundidade do mistério que encerra, tanto é inesgotável a riqueza que dela provém” (O rosto da misericórdia, 25).

Este tempo de Páscoa e este ano jubilar sejam para nós a experiência de “praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar humildemente com o nosso Deus” (cf. Miqueias 6,8).


Feliz Páscoa!

Texto: P. António Lopes
Imagem: Rupnik

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

INFÂNCIA MISSIONÁRIA 2016


INFÂNCIA MISSIONÁRIA 2016

Este ano com o lema da Infância Missionária: “Com as crianças da América falamos de Jesus”, queremos transmitir por palavras a experiência interior do encontro que fizemos com Jesus.
Mas para falar é necessário primeiro ter encontrado Jesus. Ter escutado o que Ele dizia e visto o que Ele fazia.

Na  festa da Epifania,  com os Magos, procuramos Jesus para estar com Ele. 
É bom ver o ser humano à procura de Deus.
É bom ver que somos capazes de escutar a voz de Deus que fala ao coração dos homens.

Os Magos, outrora, viram uma estrela e seguiram-na. 
Também nós temos estrelas que nos guiam. O pai e a mãe são como a estrela que conduziu os Magos até Belém, junto de Jesus.  Eles são quem nos conduz à fé mediante a sua educação, que continuam a guiar-nos pelos caminhos do Evangelho, onde, dia a dia, aprendemos a ser “discípulos missionários”, onde escutamos o que Ele nos diz para depois o anunciar como convém. 
Ajudemos todas as crianças da América a falar de Jesus. 

Feliz Festa da Epifania.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

SER NATAL



Ao fundo da rua, ao virar da esquina… encontramo-nos com muitas situações sangrentas que parecem apontar que Deus se cansou e, até, se foi embora, ou então decidiu ficar fechado nos templos.
Mas Deus nem escapou nem está fechado nas nossas Igrejas.
Deus continua aí fora entre os pobres, os marginalizados, os refugiados, os migrantes, as vítimas da violência e do ódio.
Então porque não vemos a sua presença?
Possivelmente porque faltam pessoas que o tornem presente e visível.
Não são super-homens, heróis de filmes de ação. Somos nós que estamos chamados a tornar realidade no mundo de hoje a encarnação de Deus.
Deus não se encarna por magia. Não desce de um céu perdido e de maneira espectacular. Deus encarna-se e pode continuar a nascer no nosso mundo somente se nós estivermos dispostos a torna-lo presente e visível no meio das situações de dor, de sofrimento, de injustiças… mas também de esperança e de alegria.
Não é Ele quem está ausente. Somos nós que não criamos os espaços e os caminhos para que a sua Boa Nova, a Palavra feita carne possa transformar o nosso mundo e fazer com que a nossa sociedade seja mais humana.
O desafio para cada um de nós não é celebrar o Natal. É SER Natal para todos. Ser o sinal palpável da presença de Deus no mundo. É esta a nossa tarefa: Ir e “anunciar que o Reino de Deus está próximo”, que “o Reino de Deus está no meio de vós”. É através de nós que a humanidade pode experimentar a proximidade de Deus que caminha connosco em cada lugar do mundo e em toda e qualquer situação humana.
Para celebrarmos e sermos Natal, digno desse nome, temos de conjugar o verbo dar. Conjugou-o o Pai: Deu-nos o seu FILHO unigénito. Conjugou-o Maria: Maria deu à luz o seu filho primogénito para que fosse a nossa Luz.  E temos de o conjugar nós partilhando com os irmãos o pão e a consolação, a ajuda e o amor misericordioso.

Feliz Natal! 

P. António Lopes - Director Nacional das OMP
Imagem: Marko Ivan Rupnik

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

DIA MUNDIAL DAS MISSÕES – 18 de Outubro de 2015




Se quiséssemos retratar os missionários e a sua missão, diríamos, com o Papa Francisco, que eles são uns apaixonados por Jesus Cristo e, ao mesmo tempo, apaixonados pelas pessoas.
No centro está Jesus Cristo. De quem irradia uma palavrinha especial: “Ide” onde estão contidos os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora. Dele irradia uma vontade de partir para as grandes periferias da missão, a onde ainda não chegou o Evangelho.
É necessário viver este ideal missionário como um dom generoso, cheio de ardor e disponibilidade, porque o amor não se pode calar.  O Evangelho é a paixão do missionário. E a missão é colocar todos, sem excluir ninguém em relação pessoal com Cristo, até nos tornar-mos todos amigos fortes de Deus, no dizer de Sta Teresa de Jesus. 

OMP - Portugal

quinta-feira, 25 de junho de 2015

JORNADAS MISSIONÁRIAS 2015 - INSCRIÇÕES ABERTAS

INSCRIÇÕES ON-LINE

Com o tema “Missão Sempre e em todas as frentes. AdGentes e Igrejas particulares”, vão realizar-se em Fátima nos dias a 19 e 20 de Setembro as Jornadas Missionárias 2015.  
O Papa Francisco, desde que foi eleito como sucessor de Pedro, não parou de incitar a Igreja a “abrir-se”, a chegar a todas as pessoas até nas mais longínquas “periferias existenciais”. Daí surgir inevitavelmente a necessidade e a urgência da evangelização “ad gentes”. Todos e cada um dos cristãos têm de ser um Sim à Missão.
A carta pastoral, “Para um rosto missionário da Igreja em Portugal” no nº 20 e 21, aponta caminhos concretos: “Fazer surgir na Igreja portuguesa Centros Missionários Diocesanos (CMD) e grupos Missionários Paroquias que possam fazer com que a missão universal ganhe corpo em todos os âmbitos da pastoral e da vida cristã”. E “aconselha-se vivamente que o CMD seja constituído em todas as dioceses de Portugal em ordem a imprimir uma dinâmica missionária a toda a atividade diocesana”.

Caros amigos, contamos convosco para ajudar as Igrejas, as dioceses às quais pertenceis, a abrirem-se a uma dimensão ampla à missão evangelizadora.

Inscreva-se já na página das Obras Missionárias Pontifícias: www.opf.pt



quarta-feira, 1 de abril de 2015

EM CRISTO VOLTAMOS À VIDA!


Cristo ressuscitado e glorioso é a fonte profunda da nossa esperança. Não nos faltará a sua ajuda para cumprir a missão que ele pede a cada um de nós.

A sua ressurreição não é algo do passado. Ela tem uma força viva que penetrou no mundo. Onde tudo parece estar morto, aí voltam a aparecer rebentos de ressurreição. É uma força imparável. É verdade que muitas vezes parece como se Deus não existisse: vemos injustiças, maldade, indiferença e crueldade... Mas também é certo que no meio da escuridão sempre começa a surgir algo novo que mais tarde ou mais cedo sempre dará fruto. Cada dia no mundo renasce a beleza. Os valores tendem sempre a aparecer de novas maneiras. E onde, muitas vezes, tudo parecia sem solução, o homem foi capaz de renascer, curar, abençoar, perdoar, consagrar, libertar, criar, construir, ressuscitar.

A ressurreição de Cristo provoca por todo o lado germes de um mundo novo. Não fiquemos à margem. Entremos no caminho da luz sem ocaso, essa luz que se expande do círio pascal, que a manhã encontra ardendo e brilhando porque já nunca se apagará. Aleluia!
Feliz Páscoa !

Foto: DR

terça-feira, 24 de março de 2015

DIA DOS MISSIONÁRIOS MÁRTIRES - 24 MARÇO


Criado em 1993, por iniciativa do Movimento Juvenil Missionário das Obras Missionárias Pontifícias(OMP) da Itália, e tendo escolhido como data o aniversário do assassinato de dom Oscar Arnulfo Romero, arcebispo de San Salvador (24 de março de 1980), o Dia de Oração e Jejum em memória dos Missionários Mártires chega este ano à sua 23ª edição na perspectiva da iminente beatificação de Dom Romero, que terá lugar no dia 23 de maio.

A iniciativa tem como objetivo lembrar, com oração e jejum, todos os missionários que foram mortos no mundo e todos os agentes pastorais que derramaram o seu sangue por causa do Evangelho. Hoje, a iniciativa estende-se a muitas dioceses, realidades juvenis e missionárias, e institutos religiosos dos vários continentes.


"Muitos missionários deram as suas vidas simplesmente porque, como Cristo, escolheram ficar ao lado dos pobres e pequenos, porque viveram as bem-aventuranças como mensageiros da paz e da justiça para os povos que o Senhor lhes confiou servir - escreve o padre Michele Autuoro, diretor nacional de Missio, no subsídio para este dia. Portanto, dia de memória, mas também de intercessão pelo dom da paz e de uma fraternidade verdadeira no respeito de todos... ".

Em 2014 foram mortos violentamente 17 sacerdotes, 1 religioso, 6 religiosas, um seminarista e um leigo. De acordo com as estatísticas da igreja, na América, 14 agentes de pastoral foram mortos (12 sacerdotes, um religioso e um seminarista); na África foram mortos sete agentes de pastoral (2 sacerdotes e 5 religiosos); na Ásia foram mortos dois agentes de pastoral (um sacerdote e um religioso); na Oceania foram mortos dois agentes de pastoral (1 sacerdote e um leigo); na Europa foi morto um padre.

Comentando o tema escolhido para este dia, "No sinal da cruz", Alessandro Zappalá, secretário nacional de Missio Giovani, afirma: "Se há uma coisa que une todos os cristãos espalhados nos cinco continentes é a cruz. Um instrumento de tortura e morte que durante séculos aterrorizou todos os povos, até que, naquela cruz foi crucificado o Filho de Deus, Jesus ... Daquele momento em diante, a cruz tornou-se um símbolo de salvação para todos, porque Jesus, morrendo, redimiu todas as nossas culpas e todos os nossos pecados".

No livreto preparado para a celebração do Dia constam algumas propostas para a animação: uma reflexão sobre o tema, o texto de uma vigília de oração, outro para a Via-Sacra e uma liturgia penitencial. Todos os doentes podem oferecer o seu sofrimento para apoiar as obras dos que trabalham em todos os cantos da terra para anunciar e testemunhar o Evangelho.

Fonte: Agência Fides
Foto: DR

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

SANTO E FELIZ NATAL 2014

[Visita-nos o Sol que nasce lá do alto... Luz para iluminar todos os povos  (Lc 1, 78. 2,32) ]

A LUZ e o AMOR de Deus derrama-se nos nossos corações.
Luz para que as nossas mãos sejam o prolongamento da sua misericórdia,
para que a nossa voz seja o eco da sua alegria anunciando boas notícias,
para que os nossos pés sejam fazedores de caminhos de liberdade e justiça,
para que os nossos ouvidos estejam atentos e sensíveis aos gritos  
e murmúrios de quem sofre,
para que a nossa mente seja criadora de espaços de vida e harmonia.
para que o nossos coração seja um lar de amor e de esperança...
e toda a nossa vida seja transformada e iluminada pela sua VIDA.
Natal: Deus na nossa vida para encher-nos da sua LUZ,
da sua FORÇA e do seu AMOR.
Votos de um santo NATAL vivido com intensidade, simples e profundo,
familiar e evangélico, solidário e generoso com o sonho missionário de chegar a todos (EG 31).


OMP Portugal
Foto: DR

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

ESTÁ NA HORA… DE SER CRISTÃO - XVI Fórum Ecuménico Jovem em Coimbra


’Para tudo há um momento e um tempo’(Ecl 3,1-8) foi o tema que reuniu cerca de 300 jovens no Seminário Dehoniano em Coimbra, a 15 de Novembro. Nem a chuva impediu que jovens de todo o país rumassem à cidade da cultura para a XVI edição do FEJ, organização conjunta dos Departamentos Juvenis das Igrejas Católica, Lusitana, Metodista e Presbiteriana, com o apoio do SDPJ Coimbra e dos Dehonianos.
Os anfitriões, o Serviço Diocesano da Pastoral Juvenil de Coimbra (SDPJ), prepararam de forma criativa e acolhedora os diversos espaços onde o FEJ se desenrolou: a escolha dos grupos, o auditório para as plenárias, os locais dos workshops. O grupo da Pastoral Universitária cantou e encantou no auditório e na Capela, mobilizando três centenas vozes para a festa e a oração.
O P. João Paulo Vaz, pároco, cantor e ex-Assistente do SDPJ Coimbra, fez a abordagem bíblica do tema do FEJ, lembrando aos jovens que precisam de um referência que una as experiências que se vivem hoje muito à pressa, pois ‘passamos pela vida como cão por vinha vindimada, vivemos com os outros em jeito de sms, não saboreamos a vida, não conseguimos falar em profundidade’. Deus usa o tempo amando. É preciso viver mais e melhor como cristão.
Dali, os jovens partiram para a reflexão em pequenos grupos, a que se seguiu o almoço partilhado, momento sempre muito fraterno, que permite conhecer mais pessoas, com tempo para conversar e estar.
A tarde começou com os dez workshops que permitiram refletir sobre a forma como vivemos o tempo: ‘tempo para ser filho – a redescoberta da dimensão batismal; tempo para cuidar – a experiência ecuménica em contexto hospitalar; tempo para crescer – a experiência universitária; tempo para orar – a experiência do ‘passo a rezar’; tempo para estar ligado – as novas tecnologias; tempo para dar e receber – o banco do tempo; tempo para a relação – amadurecer as relações, descobrir o outro; tempo para a escuta – tempo para a vida interior; tempo para a Missão – testemunho dos Jovens sem Fronteiras; tempo para ser – o que fazes do teu tempo?
A celebração Final foi tempo de festa e de envio em Missão. Junto ao altar, estavam Bispos, Padres, Pastoras e Pastores a mostrar a diversidade que as Igrejas são. Os jovens regressaram a casa com um pacote de cinco feijões e uma história narrada na celebração: O avô contou ao neto que punha cinco feijões no bolso direito e, ao longo do dia, sempre que acontecia algo de positivo, passava um feijão para o bolso esquerdo. No fim do dia, o bolso esquerdo estava sempre cheio, pois a vida é bela!
Está na Hora? Escolhe o teu desafio e deixa que Deus te surpreenda!


Texto:Tony Neves - Equipa Ecuménica Jovem
Fotos: João Fernandes

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

ANIMAG REFLECTEM COMO SER IGREJA MISSIONÁRIA EM SAÍDA



Vinte e dois Institutos  religiosos, 46 participantes, entre sacerdotes, irmãs e leigos, realizaram a sua assembleia anual, de 4 a 7 de Novembro de 2014, no Santuário de  Cerejaias- Alfândega da Fé, na Diocese de  Bragança- Miranda.

Esta teve como objetivo unir os Institutos Missionários em Portugal para juntos  analisarem a situação atual da animação missionária e laçarem propostas concretas para tornar a igreja portuguesa mais comprometida com a dimensão missionária.

O ANIMAG (animadores missionários dos institutos ad gentes)é um órgão missionário ligado ao IMAG (Institutos Missionários Ad gentes) formados por todos os superiores e superioras provinciais dos institutos missionários ad gentes em Portugal.

A assembleia reservou um dia de formação com D.  José Cordeiro, bispo de Bragança – Miranda, que com palavras simples levou os participantes a refletirem  sobre a Exortação apostólica, a alegria do Evangelho do papa Francisco, além das consequências e desafios para a igreja missionária ad gentes hoje em Portugal.


“É necessário aprendermos a ousarmos um pouco mais e sermos criativos nas nossas propostas, não esquecendo que o fim da nossa e da  missão da igreja é sempre Cristo. E Cristo tem que ser anunciado com alegria e com entusiasmo” – disse D. José.
Desafiou os participantes a viverem os seus carismas específicos e voltar à raiz fundante do mesmo para mostrar a beleza que cada carisma representa na igreja.
“ O Essencial na missão é sentir a Graça de Deus e ser  graça de vida para os outros” , afirmou.

O presidente dos ANIMAG, P. Vitor  Dias, comboniano, manifestou estar satisfeito com o andamento da assembleia quer pela comunhão entre os vários Institutos que demonstram que uma missão em conjunto entre todos é possível. Quer  porque “quando estamos reunidos é que somos desafiados a encontrarmos respostas plausíveis para realizar uma missão em comunhão”.


A assembleia decorreu num clima de oração, celebração, formação, debates e convívio, num espírito saudável de partilha e colaboração entre todos.

Fotos: Missão Press

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

JORNADAS MISSIONÁRIAS 2014 (INSCRIÇÕES ONLINE)

JORNADAS MISSIONÁRIAS 2014

Nos dias 20 e 21 de Setembro em Fátima, juntamente com a Pastoral Juvenil, realizam-se as Jornadas Missionárias com o terma “Família, um projecto…”. Um tema é de grande actualidade quer social quer eclesiológico, uma vez que o papa Francisco colocou a Família no centro das suas preocupações, com um sínodo extraordinário em Outubro de 2014 e um sínodo ordinário em 2015.
Podemos perguntar: “Mas este tema tem a ver com a Missão?”. Penso que tudo o que é humano diz respeito à Missão, como diz respeito à Igreja. O próprio Jesus viveu numa família. Aí cresceu, aprendeu a amar, a andar, a falar, a rezar… A própria Missão nasce de Deus Família, encarna-se numa família biológica, cultural, religiosa. Não é missão da Igreja fazer da humanidade uma família? É por isso que a família é sempre um projecto em todas as suas vertentes e componentes.
Estas Jornadas (ver programa), estou em crer, abordam a família nas suas diversas componentes e descobriremos que deveremos estar nas famílias com benevolência, apoiando os seus desejos de viverem melhor, de ser comunidades de fé, de partilha, de respeito, de atenção, de crescimento e de solidariedade. E ao mesmo tempo, alertar para tudo o que faz definhar: a violência, o ciúme e a inveja, a mentira.
Uma família é o lugar do diálogo. Graças à palavra a criança aprende a dar nome ao mundo, e a exprimir os seus sentimentos: o seu amor e os seus medos, a sua confiança, os seus desejos e as suas inumeráveis questões. É aí que conhece a relação entre o amor e a verdade, o perdão e a solidariedade, o “eu” o “nós” e os “outros.
Se as famílias são frágeis por definição, elas são ao mesmo tempo esse lugar único onde sempre se pode manifestar o milagre de amar de novo, amar ainda mais, para além das incompreensões, sofrimentos, desilusões. Amar e sentir-se amado. É que o amor de Deus faz que da sua própria família nos abramos a uma nova família: à família da sociedade, à família da Igreja, à família do mundo. E isto é Missão!
Inscreve-te e participa! As Jornadas também têm necessidade do teu ponto de vista e do teu contributo para anunciar novamente a beleza da família cristã.

P. António Lopes, SVD
Director Nacional OMP