quarta-feira, 1 de abril de 2015
EM CRISTO VOLTAMOS À VIDA!
Cristo ressuscitado e glorioso é a fonte profunda da nossa esperança. Não nos faltará a sua ajuda para cumprir a missão que ele pede a cada um de nós.
A sua ressurreição não é algo do passado. Ela tem uma força viva que penetrou no mundo. Onde tudo parece estar morto, aí voltam a aparecer rebentos de ressurreição. É uma força imparável. É verdade que muitas vezes parece como se Deus não existisse: vemos injustiças, maldade, indiferença e crueldade... Mas também é certo que no meio da escuridão sempre começa a surgir algo novo que mais tarde ou mais cedo sempre dará fruto. Cada dia no mundo renasce a beleza. Os valores tendem sempre a aparecer de novas maneiras. E onde, muitas vezes, tudo parecia sem solução, o homem foi capaz de renascer, curar, abençoar, perdoar, consagrar, libertar, criar, construir, ressuscitar.
A ressurreição de Cristo provoca por todo o lado germes de um mundo novo. Não fiquemos à margem. Entremos no caminho da luz sem ocaso, essa luz que se expande do círio pascal, que a manhã encontra ardendo e brilhando porque já nunca se apagará. Aleluia!
Feliz Páscoa !
Foto: DR
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terça-feira, 24 de março de 2015
DIA DOS MISSIONÁRIOS MÁRTIRES - 24 MARÇO
Criado em 1993, por iniciativa do Movimento Juvenil
Missionário das Obras Missionárias Pontifícias(OMP) da Itália, e tendo
escolhido como data o aniversário do assassinato de dom Oscar Arnulfo Romero,
arcebispo de San Salvador (24 de março de 1980), o Dia de Oração e Jejum em
memória dos Missionários Mártires chega este ano à sua 23ª edição na
perspectiva da iminente beatificação de Dom Romero, que terá lugar no dia 23 de
maio.
A iniciativa tem como objetivo lembrar, com oração e jejum,
todos os missionários que foram mortos no mundo e todos os agentes pastorais
que derramaram o seu sangue por causa do Evangelho. Hoje, a iniciativa
estende-se a muitas dioceses, realidades juvenis e missionárias, e institutos
religiosos dos vários continentes.
"Muitos missionários deram as suas vidas simplesmente
porque, como Cristo, escolheram ficar ao lado dos pobres e pequenos, porque
viveram as bem-aventuranças como mensageiros da paz e da justiça para os povos
que o Senhor lhes confiou servir - escreve o padre Michele Autuoro, diretor
nacional de Missio, no subsídio para este dia. Portanto, dia de memória, mas
também de intercessão pelo dom da paz e de uma fraternidade verdadeira no
respeito de todos... ".
Em 2014 foram mortos violentamente 17 sacerdotes, 1
religioso, 6 religiosas, um seminarista e um leigo. De acordo com as
estatísticas da igreja, na América, 14 agentes de pastoral foram mortos (12
sacerdotes, um religioso e um seminarista); na África foram mortos sete agentes
de pastoral (2 sacerdotes e 5 religiosos); na Ásia foram mortos dois agentes de
pastoral (um sacerdote e um religioso); na Oceania foram mortos dois agentes de
pastoral (1 sacerdote e um leigo); na Europa foi morto um padre.
Comentando o tema escolhido para este dia, "No sinal da
cruz", Alessandro Zappalá, secretário nacional de Missio Giovani, afirma:
"Se há uma coisa que une todos os cristãos espalhados nos cinco
continentes é a cruz. Um instrumento de tortura e morte que durante séculos
aterrorizou todos os povos, até que, naquela cruz foi crucificado o Filho de
Deus, Jesus ... Daquele momento em diante, a cruz tornou-se um símbolo de
salvação para todos, porque Jesus, morrendo, redimiu todas as nossas culpas e
todos os nossos pecados".
No livreto preparado para a celebração do Dia constam
algumas propostas para a animação: uma reflexão sobre o tema, o texto de uma
vigília de oração, outro para a Via-Sacra e uma liturgia penitencial. Todos os
doentes podem oferecer o seu sofrimento para apoiar as obras dos que trabalham
em todos os cantos da terra para anunciar e testemunhar o Evangelho.
Fonte: Agência Fides
Foto: DR
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
SANTO E FELIZ NATAL 2014
[Visita-nos o Sol que nasce lá do
alto... Luz para iluminar todos os povos (Lc 1, 78.
2,32) ]
A LUZ e o AMOR de Deus derrama-se nos
nossos corações.
Luz para que as nossas mãos sejam o
prolongamento da sua misericórdia,
para que a nossa voz seja o eco da sua
alegria anunciando boas notícias,
para que os
nossos pés sejam fazedores de caminhos de liberdade e justiça,
para que os
nossos ouvidos estejam atentos e sensíveis aos gritos
e murmúrios
de quem sofre,
para que a nossa mente seja criadora de
espaços de vida e harmonia.
para que o nossos coração seja um lar de
amor e de esperança...
e toda a nossa vida seja transformada e
iluminada pela sua VIDA.
Natal: Deus
na nossa vida para encher-nos da sua LUZ,
da sua FORÇA
e do seu AMOR.
Votos de um santo
NATAL vivido com intensidade, simples e profundo,
familiar e
evangélico, solidário e generoso com o
sonho missionário de chegar a todos (EG 31).
OMP Portugal
Foto: DR
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014
ESTÁ NA HORA… DE SER CRISTÃO - XVI Fórum Ecuménico Jovem em Coimbra
’Para
tudo há um momento e um tempo’(Ecl 3,1-8) foi o tema que reuniu cerca de 300
jovens no Seminário Dehoniano em Coimbra, a 15 de Novembro. Nem a chuva impediu
que jovens de todo o país rumassem à cidade da cultura para a XVI edição do
FEJ, organização conjunta dos Departamentos Juvenis das Igrejas Católica,
Lusitana, Metodista e Presbiteriana, com o apoio do SDPJ Coimbra e dos Dehonianos.
Os
anfitriões, o Serviço Diocesano da Pastoral Juvenil de Coimbra (SDPJ),
prepararam de forma criativa e acolhedora os diversos espaços onde o FEJ se
desenrolou: a escolha dos grupos, o auditório para as plenárias, os locais dos
workshops. O grupo da Pastoral Universitária cantou e encantou no auditório e na
Capela, mobilizando três centenas vozes para a festa e a oração.
O
P. João Paulo Vaz, pároco, cantor e ex-Assistente do SDPJ Coimbra, fez a
abordagem bíblica do tema do FEJ, lembrando aos jovens que precisam de um
referência que una as experiências que se vivem hoje muito à pressa, pois
‘passamos pela vida como cão por vinha vindimada, vivemos com os outros em
jeito de sms, não saboreamos a vida, não conseguimos falar em profundidade’.
Deus usa o tempo amando. É preciso viver mais e melhor como cristão.
Dali,
os jovens partiram para a reflexão em pequenos grupos, a que se seguiu o almoço
partilhado, momento sempre muito fraterno, que permite conhecer mais pessoas,
com tempo para conversar e estar.
A
tarde começou com os dez workshops que permitiram refletir sobre a forma como
vivemos o tempo: ‘tempo para ser filho – a redescoberta da dimensão batismal; tempo
para cuidar – a experiência ecuménica em contexto hospitalar; tempo para
crescer – a experiência universitária; tempo para orar – a experiência do ‘passo
a rezar’; tempo para estar ligado – as novas tecnologias; tempo para dar e
receber – o banco do tempo; tempo para a relação – amadurecer as relações,
descobrir o outro; tempo para a escuta – tempo para a vida interior; tempo para
a Missão – testemunho dos Jovens sem Fronteiras; tempo para ser – o que fazes
do teu tempo?
A
celebração Final foi tempo de festa e de envio em Missão. Junto ao altar,
estavam Bispos, Padres, Pastoras e Pastores a mostrar a diversidade que as
Igrejas são. Os jovens regressaram a casa com um pacote de cinco feijões e uma
história narrada na celebração: O avô contou ao neto que punha cinco feijões no
bolso direito e, ao longo do dia, sempre que acontecia algo de positivo,
passava um feijão para o bolso esquerdo. No fim do dia, o bolso esquerdo estava
sempre cheio, pois a vida é bela!
Está
na Hora? Escolhe o teu desafio e deixa que Deus te surpreenda!
Texto:Tony
Neves - Equipa
Ecuménica Jovem
Fotos: João Fernandes
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
ANIMAG REFLECTEM COMO SER IGREJA MISSIONÁRIA EM SAÍDA
Vinte e dois Institutos
religiosos, 46 participantes, entre sacerdotes, irmãs e leigos, realizaram
a sua assembleia anual, de 4 a 7 de Novembro de 2014, no Santuário de Cerejaias- Alfândega da Fé, na Diocese
de Bragança- Miranda.
Esta teve como objetivo unir os Institutos Missionários em
Portugal para juntos analisarem a
situação atual da animação missionária e laçarem propostas concretas para
tornar a igreja portuguesa mais comprometida com a dimensão missionária.
O ANIMAG (animadores missionários dos institutos ad gentes)é
um órgão missionário ligado ao IMAG (Institutos Missionários Ad gentes)
formados por todos os superiores e superioras provinciais dos institutos
missionários ad gentes em Portugal.
A assembleia reservou um dia de formação com D. José Cordeiro, bispo de Bragança – Miranda,
que com palavras simples levou os participantes a refletirem sobre a Exortação apostólica, a alegria do
Evangelho do papa Francisco, além das consequências e desafios para a igreja
missionária ad gentes hoje em Portugal.
“É necessário aprendermos a ousarmos um pouco mais e sermos
criativos nas nossas propostas, não esquecendo que o fim da nossa e da missão da igreja é sempre Cristo. E Cristo
tem que ser anunciado com alegria e com entusiasmo” – disse D. José.
Desafiou os participantes a viverem os seus carismas
específicos e voltar à raiz fundante do mesmo para mostrar a beleza que cada carisma
representa na igreja.
“ O Essencial na missão é sentir a Graça de Deus e ser graça de vida para os outros” , afirmou.
O presidente dos ANIMAG, P. Vitor Dias, comboniano, manifestou estar satisfeito
com o andamento da assembleia quer pela comunhão entre os vários Institutos que
demonstram que uma missão em conjunto entre todos é possível. Quer porque “quando estamos reunidos é que somos
desafiados a encontrarmos respostas plausíveis para realizar uma missão em
comunhão”.
A assembleia decorreu num clima de oração, celebração,
formação, debates e convívio, num espírito saudável de partilha e colaboração
entre todos.
Fotos: Missão Press
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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
JORNADAS MISSIONÁRIAS 2014 (INSCRIÇÕES ONLINE)
JORNADAS MISSIONÁRIAS 2014
Nos dias 20 e 21 de Setembro
em Fátima, juntamente com a Pastoral Juvenil, realizam-se as Jornadas
Missionárias com o terma “Família, um
projecto…”. Um tema é de grande actualidade quer social quer eclesiológico,
uma vez que o papa Francisco colocou a Família no centro das suas preocupações,
com um sínodo extraordinário em Outubro de 2014 e um sínodo ordinário em 2015.
Podemos perguntar: “Mas este
tema tem a ver com a Missão?”. Penso que tudo o que é humano diz respeito à
Missão, como diz respeito à Igreja. O próprio Jesus viveu numa família. Aí
cresceu, aprendeu a amar, a andar, a falar, a rezar… A própria Missão nasce de
Deus Família, encarna-se numa família biológica, cultural, religiosa. Não é
missão da Igreja fazer da humanidade uma família? É por isso que a família é
sempre um projecto em todas as suas vertentes e componentes.
Estas Jornadas (ver programa), estou em
crer, abordam a família nas suas diversas componentes e descobriremos que
deveremos estar nas famílias com benevolência, apoiando os seus desejos de
viverem melhor, de ser comunidades de fé, de partilha, de respeito, de atenção,
de crescimento e de solidariedade. E ao mesmo tempo, alertar para tudo o que
faz definhar: a violência, o ciúme e a inveja, a mentira.
Uma família é o lugar do
diálogo. Graças à palavra a criança aprende a dar nome ao mundo, e a exprimir
os seus sentimentos: o seu amor e os seus medos, a sua confiança, os seus
desejos e as suas inumeráveis questões. É aí que conhece a relação entre o amor
e a verdade, o perdão e a solidariedade, o “eu” o “nós” e os “outros.
Se as famílias são frágeis
por definição, elas são ao mesmo tempo esse lugar único onde sempre se pode
manifestar o milagre de amar de novo, amar ainda mais, para além das
incompreensões, sofrimentos, desilusões. Amar e sentir-se amado. É que o amor
de Deus faz que da sua própria família nos abramos a uma nova família: à
família da sociedade, à família da Igreja, à família do mundo. E isto é Missão!
Inscreve-te e participa! As
Jornadas também têm necessidade do teu ponto de vista e do teu contributo para
anunciar novamente a beleza da família cristã.
P.
António Lopes, SVD
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
A EXPERIÊNCIA DO REENCONTRO…
A EXPERIÊNCIA DO REENCONTRO…
A
Páscoa festeja-se como uma nova Primavera que apaga o difícil Inverno. É belo e
bom.
A
quando dos acontecimentos da morte de Jesus, o cepticismo é geral. Tudo o que
se passa entre o túmulo e o cenáculo parece-se com uma crónica da dúvida.
Somente o reencontro com Jesus que se faz ver apagará essa incredulidade.
Maria
Madalena ouve chamar o seu nome e a sua vida transforma-se. Os caminhantes
cabisbaixos e derrotados reconhecem Jesus em Emaús na fracção do pão e correm
cheios de entusiasmo levar a notícia aos outros. Outros, à beira do lago,
começam a acreditar na ressurreição e sentem-se animados a levar a notícia a
toda a gente.
A
experiência da ressurreição dá-se no final de uma procura e no começo de uma
missão. Mais importante do que o túmulo vazio é a experiência do encontro com
Jesus. Esta é que é decisiva.
Estou
eu disposto a deixar-me encontrar com e por Jesus?
Texto: P. António Lopes
Foto: Lusa
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