quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Outubro Missionário - Jornadas Mundiais Juventude - Jornadas Missionárias 2013
Outubro Missionário - Jornadas Mundiais da Juventude / Jornadas Missionárias Nacionais 2013 - II Jornadas Nacionais da Pastoral Juvenil
Entrevista ao P. António Lopes, Director Nacional das Obras Missionárias Pontifícias
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quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Jornadas 2013 - INSCRIÇÕES ONLINE
Nos
dias 20, 21 e 22 de Setembro realizar-se-ão as Jornadas Missionárias em Fátima,
com o tema: “MISSÃO A@GENTES – Ide e
Anunciai!”.
Já
se encontram abertas as Inscrições
online na página das OMP.
A
grande novidade deste ano é que as Jornadas se realizam em conjunto com as II Jornadas Nacionais da Pastoral juvenil. Esta feliz coincidência é impregnada das palavras
do Papa Francisco: “ Queridos jovens,
imagino-vos fazendo festa ao redor de Jesus… imagino-vos gritando o seu nome e
expressando a vossa alegria por estardes com Ele! Vós tendes uma parte
importante na festa da fé! Vós trazei-nos a alegria da fé e dizeis-nos que
devemos viver a fé com um coração jovem, sempre: um coração jovem, mesmo aos
setenta, oitenta anos! Coração Jovem! Com Cristo, o coração nunca envelhece”.
Nestas
Jornadas missionárias, queremos refrescar o nosso coração. Viver esses dias de
modo diferente. Para isso muito nos ajudarão as conferências a que assistiremos
com agrado e emoção assim como nos workshops em que participaremos de uma
maneira ativa: Juventude e Família.
Juventude e cultura. Ecos dos JMJ do Rio de Janeiro.
Sabemos
que a Missão está sempre fora de nós, exigindo um movimento para o exterior,
saindo da própria casa e partindo, não se acomoda ao já alcançado mas é capaz
de deixar estruturas e situações para iniciar projetos novos em situações que
requerem o primeiro anúncio do Evangelho e revitalizando de maneira criativa o
que já existe. Ai de nós se ficássemos agarrados ao contentamento do já feito!
É por isso que o papa Francisco pedia aos jovens para
dizerem ao mundo: “ é bom seguir Jesus; é bom andar com Jesus; é boa a mensagem
de Jesus; é bom sair de nós mesmos para levar Jesus às periferias do mundo e da
existência”.
Oxalá estas Jornadas despertem em todos nós a vontade
de continuar a ser no mundo a “alegria suave e consoladora da evangelização”
como dizia o Papa Paulo VI.
Participa! Faça a sua inscrições Online!
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
JORNADAS DIOCESANAS DA JUVENTUDE 2013
“Ide e fazei discípulos de todas as nações” foi este o tema
da Jornada Diocesana da Juventude (JDJ) que decorreu no Domingo, 21 de Abril, em Belém.
A JDJ teve início no Colégio São José, no Restelo, com o
acolhimento dos jovens e seguido de um momento de partilha sobre a vida de S. Francisco Xavier
pelo padre Miguel Almeida, sj. Depois do almoço, no jardins de Belém, mais de
1000 jovens puderam ouvir os testemunhos de Gonçalo e da Maria João Archer
(Leigos para o Desenvolvimento), Fernando d’Oliveira (Assistente Centro
Hospitalar do Telhal) e o Professor Marcelo Rebelo de Sousa sobre “Ser
testemunhas, hoje”.
Ainda durante a tarde, na Praça do Império, os jovens
tiveram um momento de oração, antes do encontro com D. José Policarpo. “O
Cristianismo não é um discurso, não é uma teoria, é uma experiência, uma
experiência que se comunica…uma experiência da qual se deve dar testemunho…
por isso Evangelizar é pôr-se a caminho”, partilhou D. José.
No dia do Bom Pastor o cardeal-patriarca presidiu à
celebração da eucaristia, no Mosteiro dos Jerónimos, antes do concerto que
encerrou a jornada, pelo grupo ‘Anima Christi’. Um dia cheio de alegria,
partilha e oração.
Texto / Fotos: João Cláudio
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
INFÂNCIA MISSIONÁRIA - SITE
As Obras Missionárias Pontifícias arrancaram hoje com um
novo espaço, na Web, para a Infância Missionária (www.infancia.opf.pt ). O site onde todas as crianças,
grupos de catequese e da santa infância poderão encontrar diversos materiais, actividades
e jogos para explorar.
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quinta-feira, 14 de março de 2013
HABEMUS PAPAM
Acolhemos com alegria o novo Bispo de Roma que o Espírito
Santo deu à Igreja Universal.
Alegramo-nos com o nome escolhido, FRANCISCO , certos de que
o serviço prestado à Igreja Universal será simples, belo, fraterno e
apaixonadamente missionário, se pensarmos em S. Francisco de Assis e em S.
Francisco Xavier.
Santo Padre Francisco conte connosco: com a nossa oração, a
nossa generosidade e entrega à Missão.
Texto: P. António Lopes, SVD
Foto: Lusa
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
INFÂNCIA MISSIONÁRIA – Diocese de Beja
“Crianças ajudam crianças”
O lema da Obra da
Infância Missionária é “Crianças ajudam crianças”. Tem quase 170 anos (9 de
Maio de 1843) e pretende mobilizar as crianças e adolescentes para a dimensão
missionária da Igreja, através da oração e da partilha. As Obras Missionárias
Pontifícias, em Portugal, assumiram um desafio de relançar nas dioceses esta
forma de ir ao encontro dos mais novos para incutir neles a força da missão.
Com o slogan “Com as crianças da Ásia procuramos Jesus” foi distribuído pelas
catequeses diverso material, de modo particular o presépio, com uma caminhada
de advento e o mealheiro para a partilha, cujo produto ajudará as crianças na
Índia a terem uma escola onde possam aprender a ler e a escrever como convém; e
nas Filipinas, as crianças e adolescentes de um orfanato a poderem ter
refeições durante um ano. Na nossa Diocese, esta iniciativa foi lançada, no dia
diocesano, pelo Centro Diocesano Missionário e pelo Departamento Diocesano da
Catequese da Infância e Adolescência.
Celebração da Festa da Infância Missionária
No domingo da
Epifania, as crianças e os adultos, em celebração diocesana, presidida por D.
António Vitalino, subiram à Igreja do Castelo, em Santiago do Cacém, para
viverem a “manifestação do Senhor aos povos gentios”.
De longe, lá no
alto, na torre do Castelo, vislumbrava-se uma estrela. No interior do templo, faixas
simbolizando os 5 continentes e cartazes com os nomes dos 6 arciprestados
conduziam as pessoas até ao presépio vivo. Uma multidão de gente encheu o
templo.
O Evangelho,
proclamado e encenado, com a presença dos Magos, de Herodes e dos sacerdotes,
criou expectativa e espanto nas crianças e nos adultos. Foi um momento de rara
beleza. O novo caminho feito pelos Magos serviu de tema à homilia proferida
pelo presidente da celebração.
Ao ofertório, as
crianças, saídas do meio da assembleia, dirigiram-se ao presépio e depositaram
os seus mealheiros junto dos presentes que os Magos ofereceram ao Menino. A
maior parte das crianças e adolescentes era de Santiago do Cacém, havendo,
todavia, representações das paróquias de S. Francisco da Serra, de S. Bartolomeu
e da Abela. De enaltecer a presença de um grupo vindo de Colos e acompanhado
pelos seus catequistas.
Após a comunhão, o
conto “A estrela da Esperança” deu o mote para que, à saída, os magos
oferecessem a cada pessoa uma “estrela da esperança” onde se podiam ler as
seguintes palavras: paz, esperança, amor, luz, fé.
Certamente que em
outros lugares pela Diocese fora também houve celebrações ricas onde párocos,
catequistas, crianças e famílias se empenharam em solenizar este dia. Todos,
como missionários, podemos e devemos fazer a experiência dos Magos: ver,
partir, procurar, alegrar-se, adorar, oferecer e fazer caminho novo.
Texto: P. Agostinho Sousa, CDM/Beja
Foto: DR
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
FELIZ NATAL - Natal em clave de Sol
Natal em clave de Sol
Do. É o dom de voltar a
começar cada dia, cada ano. Mas não como um destino do tempo, sucessivo que é
mais do mesmo. Não. Um dom que é novo como a “Nova Evangelização”. Um dom que é
uma oportunidade para aprender a esperança. O Natal significa que mesmo a crise
não deve levar a posturas de passividade e de fatalismo. É o tempo para
descobrirmos uma melodia nova até darmos com o tom adequado.
Re. Recordar e percorrer
o caminho até Belém é tarefa de cada Natal. Recordar o futuro que já está
oculto no passado. As mil e uma possibilidades latentes que esperam o tempo
oportuno para se tornarem realidade.
Recordamos que vivemos
sob o tempo de Deus e que Deus é fiel à sua promessa de levar o mundo à sua
plena realização. E esta convicção alimenta a nossa esperança. O futuro não é
uma ameaça; é uma meta que ressoa já no itinerário da vida: «O povo que andava nas trevas viu uma grande
luz» (Is 9,2).
Mi. Missão. É Mirar.
Apontar o nosso olhar até percebermos o milagre. Há muitas maneiras de olhar.
Podemos fixar-nos nas recordações, na nostalgia e na saudade… Mas também
podemos fixar-nos nas pessoas que estão cheias de sonhos; vermos processos de
nascimento e de crescimento; vermos a vida escondida que começa a revelar-se. O
Natal é o tempo de termos os olhos bem abertos porque «Nesse dia, os surdos ouvirão as palavras do livro, e, livres da
obscuridade e das trevas, os olhos dos cegos verão. Os oprimidos voltarão a
alegrar-se no Senhor, e os pobres exultarão no Santo de Israel» (Is 29,
18-19).
Fa. Fascinação diante do
Menino deitado numa manjedoura. Fascinação que nasce desse encontro com o
Evangelho, encontro feito fascínio e espanto com o mistério da pessoa e da obra
de Jesus Cristo que, mesmo sobre a Cruz, manifesta plenamente a beleza e a
força do amor de Deus.
Fascinação que leva à
alegria de saber que Deus tem a última palavra. Que Deus revela a sua justiça e
a sua glória, mas que só o olhar cristalino do coração consegue maravilhar-se
diante do Menino que nasceu para nós.
Sol. O Sol que nasce das alturas e
que se transforma em solidariedade é o outro nome do Natal. Especialmente em
tempos de crise. Sabemos que o futuro está nas mãos de Deus. Que o seu tempo e
a sua fidelidade não estão esgotados. Vivemos sob a sua palavra criadora e
ressuscitadora. A Palavra fez-se carne e
habitou entre nós, diz S. João. Esta palavra recria a existência e
chama-nos a descobrir novos horizontes; estimula-nos a amar. Sabemos que o amor
é o que faz viver e que dá vigor à vida. É o amor que nos faz cantar juntamente
com os anjos: «Glória a Deus nas alturas
e paz na terra aos homens» (Lc 2, 14).
La. Não de lamúrias mas
de labaredas de alegria: «Assim que o
viram começaram a contar o que lhes tinha sido anunciado sobre aquele Menino. E
todos os que ouviram se admiravam com aquilo que os pastores lhes disseram»
(Lc 2, 17-18).No Natal reconhecemos a mais-valia do amor sobre a nossa história
e descobrimos que é a alma mais íntima de toda a realidade, a sua respiração e
o seu alento vital. É o amor que nos faz
entusiasmar pela profundidade e pela beleza da nossa fé. É ele que nos
impulsiona a transmiti-la aos vizinhos, aos filhos, aos netos, às gerações
futuras.
Si. Sim. É a grande
palavra do Natal. É a nota musical que reúne todos os “sins” da nossa história e da história bíblica. Em primeiro lugar o
sim de Deus ao criar o mundo e o homem: o sim de Deus a iniciar uma história de
amor com a humanidade inteira. O sim de Israel a formar parte especial da
história da salvação, o sim à sua vocação como povo comprometido com a aliança
e com a sua missão de alargar a história do amor de Deus ao mundo inteiro,
fazendo-a convergir no Messias Jesus. O sim de Maria como sinal condensado da
resposta dos seres humanos aos surpreendentes planos libertadores do nosso
Deus. O sim da Igreja em continuar a missão que recebeu de Jesus: Evangelizar.
Evangelizar será a nossa maneira de ser, porque é a nossa identidade mais
profunda, graça e vocação recebidas, vividas, correspondidas abrindo caminho a
todos os homens para Cristo.
Do. Dom da Fé. Neste Ano
da Fé, é importante compreender que «a Fé em Deus, neste desígnio de amor
realizado em Jesus Cristo, é antes de tudo um dom e um mistério a receber no
coração e na vida e pelo qual devemos agradecer sempre ao Senhor. A Fé é um dom
que nos é dado para ser partilhado; é um talento recebido para que produza
frutos; é uma luz que não deve ficar escondida, mas iluminar toda a casa» diz o
papa Bento XVI. A fé não se refere a coisas, a teorias, a ideologias, refere-se
a uma pessoa: o Menino que é a Luz do mundo, o Sol que ilumina tudo e todos. «Tudo
se define a partir de Cristo».
Solfejai estas notas e
que este Natal leve cada um a seu modo a cantar melodias de Amor e de Paz.
Texto: P. António Lopes, SVD
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