As Obras Missionárias Pontifícias arrancaram hoje com um
novo espaço, na Web, para a Infância Missionária (www.infancia.opf.pt ). O site onde todas as crianças,
grupos de catequese e da santa infância poderão encontrar diversos materiais, actividades
e jogos para explorar.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
INFÂNCIA MISSIONÁRIA - SITE
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quinta-feira, 14 de março de 2013
HABEMUS PAPAM
Acolhemos com alegria o novo Bispo de Roma que o Espírito
Santo deu à Igreja Universal.
Alegramo-nos com o nome escolhido, FRANCISCO , certos de que
o serviço prestado à Igreja Universal será simples, belo, fraterno e
apaixonadamente missionário, se pensarmos em S. Francisco de Assis e em S.
Francisco Xavier.
Santo Padre Francisco conte connosco: com a nossa oração, a
nossa generosidade e entrega à Missão.
Texto: P. António Lopes, SVD
Foto: Lusa
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
INFÂNCIA MISSIONÁRIA – Diocese de Beja
“Crianças ajudam crianças”
O lema da Obra da
Infância Missionária é “Crianças ajudam crianças”. Tem quase 170 anos (9 de
Maio de 1843) e pretende mobilizar as crianças e adolescentes para a dimensão
missionária da Igreja, através da oração e da partilha. As Obras Missionárias
Pontifícias, em Portugal, assumiram um desafio de relançar nas dioceses esta
forma de ir ao encontro dos mais novos para incutir neles a força da missão.
Com o slogan “Com as crianças da Ásia procuramos Jesus” foi distribuído pelas
catequeses diverso material, de modo particular o presépio, com uma caminhada
de advento e o mealheiro para a partilha, cujo produto ajudará as crianças na
Índia a terem uma escola onde possam aprender a ler e a escrever como convém; e
nas Filipinas, as crianças e adolescentes de um orfanato a poderem ter
refeições durante um ano. Na nossa Diocese, esta iniciativa foi lançada, no dia
diocesano, pelo Centro Diocesano Missionário e pelo Departamento Diocesano da
Catequese da Infância e Adolescência.
Celebração da Festa da Infância Missionária
No domingo da
Epifania, as crianças e os adultos, em celebração diocesana, presidida por D.
António Vitalino, subiram à Igreja do Castelo, em Santiago do Cacém, para
viverem a “manifestação do Senhor aos povos gentios”.
De longe, lá no
alto, na torre do Castelo, vislumbrava-se uma estrela. No interior do templo, faixas
simbolizando os 5 continentes e cartazes com os nomes dos 6 arciprestados
conduziam as pessoas até ao presépio vivo. Uma multidão de gente encheu o
templo.
O Evangelho,
proclamado e encenado, com a presença dos Magos, de Herodes e dos sacerdotes,
criou expectativa e espanto nas crianças e nos adultos. Foi um momento de rara
beleza. O novo caminho feito pelos Magos serviu de tema à homilia proferida
pelo presidente da celebração.
Ao ofertório, as
crianças, saídas do meio da assembleia, dirigiram-se ao presépio e depositaram
os seus mealheiros junto dos presentes que os Magos ofereceram ao Menino. A
maior parte das crianças e adolescentes era de Santiago do Cacém, havendo,
todavia, representações das paróquias de S. Francisco da Serra, de S. Bartolomeu
e da Abela. De enaltecer a presença de um grupo vindo de Colos e acompanhado
pelos seus catequistas.
Após a comunhão, o
conto “A estrela da Esperança” deu o mote para que, à saída, os magos
oferecessem a cada pessoa uma “estrela da esperança” onde se podiam ler as
seguintes palavras: paz, esperança, amor, luz, fé.
Certamente que em
outros lugares pela Diocese fora também houve celebrações ricas onde párocos,
catequistas, crianças e famílias se empenharam em solenizar este dia. Todos,
como missionários, podemos e devemos fazer a experiência dos Magos: ver,
partir, procurar, alegrar-se, adorar, oferecer e fazer caminho novo.
Texto: P. Agostinho Sousa, CDM/Beja
Foto: DR
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
FELIZ NATAL - Natal em clave de Sol
Natal em clave de Sol
Do. É o dom de voltar a
começar cada dia, cada ano. Mas não como um destino do tempo, sucessivo que é
mais do mesmo. Não. Um dom que é novo como a “Nova Evangelização”. Um dom que é
uma oportunidade para aprender a esperança. O Natal significa que mesmo a crise
não deve levar a posturas de passividade e de fatalismo. É o tempo para
descobrirmos uma melodia nova até darmos com o tom adequado.
Re. Recordar e percorrer
o caminho até Belém é tarefa de cada Natal. Recordar o futuro que já está
oculto no passado. As mil e uma possibilidades latentes que esperam o tempo
oportuno para se tornarem realidade.
Recordamos que vivemos
sob o tempo de Deus e que Deus é fiel à sua promessa de levar o mundo à sua
plena realização. E esta convicção alimenta a nossa esperança. O futuro não é
uma ameaça; é uma meta que ressoa já no itinerário da vida: «O povo que andava nas trevas viu uma grande
luz» (Is 9,2).
Mi. Missão. É Mirar.
Apontar o nosso olhar até percebermos o milagre. Há muitas maneiras de olhar.
Podemos fixar-nos nas recordações, na nostalgia e na saudade… Mas também
podemos fixar-nos nas pessoas que estão cheias de sonhos; vermos processos de
nascimento e de crescimento; vermos a vida escondida que começa a revelar-se. O
Natal é o tempo de termos os olhos bem abertos porque «Nesse dia, os surdos ouvirão as palavras do livro, e, livres da
obscuridade e das trevas, os olhos dos cegos verão. Os oprimidos voltarão a
alegrar-se no Senhor, e os pobres exultarão no Santo de Israel» (Is 29,
18-19).
Fa. Fascinação diante do
Menino deitado numa manjedoura. Fascinação que nasce desse encontro com o
Evangelho, encontro feito fascínio e espanto com o mistério da pessoa e da obra
de Jesus Cristo que, mesmo sobre a Cruz, manifesta plenamente a beleza e a
força do amor de Deus.
Fascinação que leva à
alegria de saber que Deus tem a última palavra. Que Deus revela a sua justiça e
a sua glória, mas que só o olhar cristalino do coração consegue maravilhar-se
diante do Menino que nasceu para nós.
Sol. O Sol que nasce das alturas e
que se transforma em solidariedade é o outro nome do Natal. Especialmente em
tempos de crise. Sabemos que o futuro está nas mãos de Deus. Que o seu tempo e
a sua fidelidade não estão esgotados. Vivemos sob a sua palavra criadora e
ressuscitadora. A Palavra fez-se carne e
habitou entre nós, diz S. João. Esta palavra recria a existência e
chama-nos a descobrir novos horizontes; estimula-nos a amar. Sabemos que o amor
é o que faz viver e que dá vigor à vida. É o amor que nos faz cantar juntamente
com os anjos: «Glória a Deus nas alturas
e paz na terra aos homens» (Lc 2, 14).
La. Não de lamúrias mas
de labaredas de alegria: «Assim que o
viram começaram a contar o que lhes tinha sido anunciado sobre aquele Menino. E
todos os que ouviram se admiravam com aquilo que os pastores lhes disseram»
(Lc 2, 17-18).No Natal reconhecemos a mais-valia do amor sobre a nossa história
e descobrimos que é a alma mais íntima de toda a realidade, a sua respiração e
o seu alento vital. É o amor que nos faz
entusiasmar pela profundidade e pela beleza da nossa fé. É ele que nos
impulsiona a transmiti-la aos vizinhos, aos filhos, aos netos, às gerações
futuras.
Si. Sim. É a grande
palavra do Natal. É a nota musical que reúne todos os “sins” da nossa história e da história bíblica. Em primeiro lugar o
sim de Deus ao criar o mundo e o homem: o sim de Deus a iniciar uma história de
amor com a humanidade inteira. O sim de Israel a formar parte especial da
história da salvação, o sim à sua vocação como povo comprometido com a aliança
e com a sua missão de alargar a história do amor de Deus ao mundo inteiro,
fazendo-a convergir no Messias Jesus. O sim de Maria como sinal condensado da
resposta dos seres humanos aos surpreendentes planos libertadores do nosso
Deus. O sim da Igreja em continuar a missão que recebeu de Jesus: Evangelizar.
Evangelizar será a nossa maneira de ser, porque é a nossa identidade mais
profunda, graça e vocação recebidas, vividas, correspondidas abrindo caminho a
todos os homens para Cristo.
Do. Dom da Fé. Neste Ano
da Fé, é importante compreender que «a Fé em Deus, neste desígnio de amor
realizado em Jesus Cristo, é antes de tudo um dom e um mistério a receber no
coração e na vida e pelo qual devemos agradecer sempre ao Senhor. A Fé é um dom
que nos é dado para ser partilhado; é um talento recebido para que produza
frutos; é uma luz que não deve ficar escondida, mas iluminar toda a casa» diz o
papa Bento XVI. A fé não se refere a coisas, a teorias, a ideologias, refere-se
a uma pessoa: o Menino que é a Luz do mundo, o Sol que ilumina tudo e todos. «Tudo
se define a partir de Cristo».
Solfejai estas notas e
que este Natal leve cada um a seu modo a cantar melodias de Amor e de Paz.
Texto: P. António Lopes, SVD
Foto: OMP
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
ADVENTO, TEMPO PROPÍCIO PARA VIVER A MISSÃO E TRANSMITIR A FÉ
A partir do próximo
Domingo entramos no tempo do Advento. O Advento é mais espiritual que
cronológico, porque mais do que um tempo, é uma atitude. Não estamos em Advento
porque calha, mas porque queremos cultivar a esperança. É precisamente isso que
fazemos com a coroa de advento. Nos braços da natureza de Outono colocam-se
quatro velas que se vão acendendo progressivamente ao ritmo das semanas que
faltam para o Natal. E se neste tempo caiem as folhas das árvores, nós
acendemos velas de ilusão. Quer dizer, levantamos a esperança. Enquanto há vida
há esperança, dizemos nós. Mas também podemos dizer, enquanto há esperança há
vida. Sempre estamos à espera do menino que vai nascer. A vida é parto. Algo
novo e melhor tem que suceder; algo novo e melhor tem que te suceder a ti. E
sempre estamos à espera do MENINO que vai nascer. MENINO com maiúsculas. Oxalá rasgasses os céus e descesses! (Is
63,19), rezamos nós. Parece um sonho, mas o céu rasgou-se e o céu fez-se
Menino. O céu e a terra abraçam-se para sempre. Já não há nada que temer. Já
estão permitidos todos os sonhos. Com crescente confiança daremos testemunho do
Evangelho do Senhor.
Texto: P. António Lopes
Foto: Lusa
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
CARTA DA ESPERANÇA - FÓRUM ECUMÉNICO JOVEM
Mais de 200 jovens, vindos de todo o
país, responderam ao convite das Igrejas Católica, Lusitana, Metodista e
Presbiteriana e participaram no XIV FEJ, realizado no Colégio Salesiano do
Porto, a 10 de Novembro.
O evento abriu com uma celebração
ecuménica, a que se seguiram workshops sobre ‘retratos da realidade juvenil no
mundo social, universitário e laboral’. Após almoço de confraternização, a
tarde foi marcada por grupos de reflexão sobre ‘os caminhos da esperança’,
havendo um espaço especial para os mais jovens.
Na celebração de envio, foi lida e
assinada a ‘Carta da Esperança’, que está disponível em www.ecumenismojovem.org.
Carta da Esperança
Os jovens cristãos reunidos no XIV
Fórum Ecuménico (FEJ 2012), apoiados pelos seus hierarcas presentes, aceitam
viver este tempo tão particular da sociedade portuguesa como um momento de
esperança.
Interpelados pela exortação bíblica “Valoriza a juventude que há em ti!” (1
Tim 4,12), os jovens presentes descobrem-se chamados a valorizar os seus dons,
num mesmo compromisso e animados pela mesma esperança. Por isso…
Somos chamados à comunhão, e queremos
viver na esperança de um dia superarmos as divisões que ainda existem entre
nós.
Somos chamados à missão, pois temos a
esperança de anunciar juntos, de forma credível, pela palavra e pela ação, a
mensagem do Evangelho.
Somos chamados a construir mais
justiça, pois mantemos acesa a chama da esperança de vivermos num mundo onde
todas as pessoas serão respeitadas na sua dignidade.
Somos chamados ao compromisso por uma
Europa mais humana e social, onde vençam os direitos humanos, a paz, a
liberdade, a tolerância, a participação e a solidariedade entre todos.
Somos chamados ao perdão, com a
esperança de resolvermos pacificamente todos os conflitos.
Somos chamados a uma cidadania
responsável, com a esperança de combatermos o desemprego, a discriminação
racial, a xenofobia, a exclusão.
Somo chamados a uma consciência
ecológica, com a esperança de que o nosso mundo será sustentável e a mãe
natureza a casa comum de todos.
Somos chamados a servir, vendo em cada
pessoa uma irmã ou um irmão, com a esperança bíblica de que é dando que se
recebe.
Somos chamados a espalhar a alegria de
sermos filhas e filhos amados de Deus, para encontrarmos um sentido para a vida
mesmo nos dias mais cinzentos.
Somos chamados a despertar e a
procurar Deus com a esperança de que um dia encontraremos o Seu olhar de
ternura.
Somos chamados a ser sal e luz com a
esperança de que Cristo dá sabor às nossas vidas e ilumina os nossos caminhos.
Somos chamados a dar de graça porque
de graça tudo recebemos das mãos de Deus.
Somos chamados à simplicidade de vida,
para que o essencial resplandeça nas nossas opções e no nosso jeito de ser.
Somos chamados a gritar bem alto a
nossa esperança porque, mesmo em tempo de crise profunda, quem a Deus tem nada
lhe falta, pois só Ele basta.
O
ecumenismo continua…
A próxima etapa da
vivência ecuménica será a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, de 18 a
25 de Janeiro.
Tony Neves
Equipa Ecuménica Jovem
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
EXPOSIÇÃO MISSIONÁRIA - ONLINE
Aqui fica a reportagem da Agência Ecclesia sobre a Exposição Missionária Online:
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